UNE CHAPA-BRANCA (revista Veja) Edição 2123 / 29 de julho de 2009

A entidade que representa os estudantes brasileiros envergonha sua história de lutas com o protesto a favor do governo, pago pelos cofres públicos .


Gustavo Ribeiro

Givaldo Barbosa/Ag. O Globo

CONTRAPARTIDA
Em Brasília, universitários aplaudiram o presidente Lula e criticaram
a criação da CPI da Petrobras

A União Nacional dos Estudantes (UNE) transformou-se em uma repartição financiada pelo governo para apoiar suas causas. Triste. Poucas coisas são mais patéticas e melancólicas do que um jovem sem espírito crítico. Felizmente, são raríssimas as circunstâncias históricas que levam a juventude a sufocar sua qualidade humana mais preciosa, a rebeldia com ou sem causa, para idolatrar o poder central. Quando isso ocorre, é sintoma de alguma moléstia social. Arriscando aqui a violar a Lei de Godwin (a bem-humorada sacada do advogado americano Mike Godwin, segundo quem todo argumentador perde força quando compara um evento atual com os da Alemanha nazista), a UNE de hoje lembra o fervor patriótico da Juventude Hitlerista. Lembra também os squadristi, a tropa de choque infanto-juvenil do regime fascista italiano de Benito Mussolini. A UNE, a Juventude Hitlerista e os squadristi têm em comum a força na ausência da razão e o desejo de servir cegamente a um líder.

Reunidos em Brasília em congresso na semana passada para eleger o novo presidente da entidade, os estudantes foram às ruas. Combater a corrupção? Não. Pela preservação da Floresta Amazônica? Nada disso. A UNE protestou contra a criação da CPI da Petrobras, uma das patrocinadoras do evento. A antes combativa entidade estudantil inovou em sua servidão ao poder em troca de dinheiro. Para abrir o congresso, a entidade convidou o presidente Lula, saudado por cerca de 3 000 squadristi brasileiros. Talvez Brasília só tenha assistido a tamanho servilismo por parte de estudantes universitários brasileiros quando, no regime militar, foi organizada a Arena Jovem, braço do partido de sustentação ao governo.

A atual geração está jogando na lama a rica história da UNE de enfrentamento com o poder. Não apenas de contestação, mas de produção cultural alternativa de qualidade nos anos 60 – quando foi presidida por José Serra, hoje governador de São Paulo. Cerca de 6 000 estudantes que foram ao congresso ficaram alojados em escolas públicas de Brasília – e estes, sim, deixaram sua marca de rebeldia, pena que apenas depredando salas, destruindo mesas e abandonando garrafas de bebidas alcoólicas vazias e preservativos usados nas salas.

Gustavo Moreno/D.A.Press

PELA CAUSA
As escolas que serviram de alojamento para os estudantes tiveram móveis destruídos

O Desgoverno acompanha o Governo do Pará

DESGOVERNO – Vaias acompanham Ana Júlia

São ilustrativas da caótica administração que ela protagoniza, como primeira governadora eleita da história do Pará, as vaias que passaram a acompanhar Ana Júlia Carepa em suas recentes aparições públicas.

Em Belém e até no interior, Ana Júlia Carepa já passou pelo constrangimento de ser alvo de vaias de populares. O pior é que as vaias amargadas pela governadora, pelo menos até aqui, nada têm de orquestradas. Elas soam espontâneas, absolutamente espontâneas.
Postado por Augusto Barata às 02:10

DESGOVERNO – Retrato da impopularidade

No último domingo de junho, dia 28, por exemplo, Ana Júlia Carepa e o secretário estadual de Cultura, Edílson Moura da Silva, foram recepcionados com vaia, na concentração do Arraial da Pavulagem, na Praça Pedro Teixeira, em frente à Estação das Docas. A vaia não chegou a se prolongar, mas foi suficientemente audível para abreviar a aparição da governadora e do secretário de Cultura, ocorrida a pretexto da entrega do imóvel destinado pelo atual governo para servir de sede do Arraial da Pavulagem.

Mas constrangedor, mesmo, segundo relato que vazou do próprio Palácio dos Despachos, foi o episódio ocorrido em Nova Timboteua, na visita feita ao município pela governadora. Na ocasião, de acordo com fonte do próprio Palácio dos Despachos, convocada a falar a populares pelo prefeito de Nova Timboteua, Antônio Nazaré Elias Corrêa (eleito em 2004 pelo PSB e reeleito em 2008 pelo PRN), Ana Júlia Carepa recebeu um sonora vaia, diante da qual foi retirada de cena mais depressa que rapidamente.

A fonte, repita-se, é do próprio Palácio dos Despachos.
Postado por Augusto Barata às 02:09

Segunda-feira, 6 de Julho de 2009.
DESGOVERNO – O vale-tudo eleitoral da DS

A ser verdadeira a revelação do Diário do Pará, a governadora Ana Júlia Carepa perdeu toda e qualquer noção de pudor, no empenho em eleger os candidatos ungidos pela DS, a Democracia Socialista. A DS é a facção petista que comanda a máquina administrativa estadual, porque dela faz parte Ana Júlia Carepa.

Segundo o jornal do grupo de comunicação da família do ex-governador Jader Barbalho, a DS fechou parceria com a Assembléia de Deus. Em troca do apoio de pelo menos metade da igreja às candidaturas de Cláudio Alberto Castelo Branco Puty à Câmara dos Deputados e de Edilson Moura da Silva à Assembléia Legislativa, em 2010, a Assembleia de Deus ganhará vários convênios e nomeação de 80 assessores especiais indicados pelos 40 pastores liderados pelo presidente da convenção estadual, Gilberto Marques.

De acordo com a notícia, participaram da reunião na qual foi fe3chado o acordo a própria governadora Ana Júlia Carepa, o chefe da Casa Civil, Cláudio Alberto Castelo Branco Puty, e o secretário de Cultura, Edilson Moura da Silva.
Postado por Augusto Barata às 03:49

Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009.
DESGOVERNO – Ana Júlia é vaiada no Hangar

Aparentemente, pelo menos, a popularidade da governadora Ana Júlia Carepa continua em queda livre.

Sábado, 31 de janeiro, no Hangar, durante o show de Martinália, a simples menção do nome da primeira governadora eleita da história do Pará provocou uma monumental vaia, tornando inaudível os aplausos de parte da platéia.
Postado por Augusto Barata às 13:59

Analfabetismo assola crianças paraenses

JORNAL “O LIBERAL”

ATUALIDADES Belém 19 de Julho de 2009

Analfabetismo assola crianças paraenses

BRASÍLIA

THIAGO VILARINS E RAFAEL QUERRER

Da Sucursal

De cada grupo de 10 crianças entre oito e nove anos no Pará, pelo menos duas delas são analfabetas. Mais de 78 mil meninos e meninas espalhados pelo Estado, são incapazes de ler e escrever um simples bilhete com meia dúzia de palavras. É o terceiro pior cenário brasileiro, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada pelo IBGE. Somente Maranhão, com 104 mil crianças analfabetas, e Bahia, com 103 mil, superam a marca paraense. Além da alta incidência de analfabetismo nesta faixa etária, outro dado causa preocupação: o ritmo lento da redução desses números nos últimos anos.

A pesquisa avalia os números da educação no Estado entre 2001 e 2007, sendo que só a partir de 2004 o IBGE passou a considerar a população rural para o cálculo. Nesse período, o percentual de crianças analfabetas oscilou apenas de 29% para 24%. Se for mantida essa velocidade de queda (3% ao ano), o Pará dificilmente cumprirá a meta de ter até 2022 toda criança plenamente alfabetizada aos oito anos de idade, estipulada pelo movimento Todos Pela Educação.

‘É muito difícil fechar a torneira do analfabetismo nesse ritmo. Essa meta de garantir todas as crianças até oito anos lendo e escrevendo fica muito distante se não houver uma política de avaliação nacional para a alfabetização de crianças. Sem essas políticas, vamos continuar contemplando esses percentuais’, avalia o presidente executivo do movimento, Mozart Neves Ramos.

‘Para acabar com o analfabetismo no País, temos que olhar esses dados das regiões Norte e Nordeste do Brasil e criar políticas para, primeiro, saber se essas crianças estão chegando aos oito anos alfabetizadas. Se não estão, precisamos de uma política que faça que elas cheguem à 4ª série do ensino fundamental plenamente alfabetizadas. É fundamental para que se reduzam as desigualdades nessas regiões’, completa Ramos.

O Ministério da Educação (MEC) também acompanha com preocupação essa baixa evolução. Entretanto, pondera que, ao mesmo tempo que as últimas reduções tenham sido baixas, o salto que o Pará teve na comparação com a última década foi bastante significativo. ‘Se hoje são 78 mil, há 15 anos esse número de crianças beirava os 400 mil no Estado. Então, conseguimos reduzir muito o número de crianças analfabetas. Elas estão nas escolas e provavelmente passarão por processos de recuperação, de reforço, de correção de fluxo que não deixará que elas continuem analfabetas’, explica a secretária de educação básica do MEC, Maria Pilar Lacerda.

De acordo com a secretária, a pobreza e o esquecimento com a população do Estado ao longo das últimas décadas são os principais vetores para esses índices. Ao traçar o perfil dessas crianças, ela destaca que ‘elas são os filhos dos pais analfabetos’, ressaltando que o Pará contribui com mais de 4% de toda a população adulta sem escolaridade do Paí – fora a situação de indigência dessas crianças. A pesquisa também revela que a totalidade delas é de famílias que recebem menos cinco salários mínimos mensalmente. Outra particularidade nos traços que definem esses meninos e meninas é a dificuldade de chegar às escolas fora das áreas urbanas. Pelo estudo, é no Pará que incide a maior quantidade de crianças analfabetas que vivem no meio rural: mais de 31 mil.

‘Nós temos que comemorar o dado de que praticamente 100% das crianças de 6 a 14 anos estão hoje na escola, principalmente nessa região, onde os direitos à educação foram mais tardios. Posso dizer que o Brasil está melhorando, porque se essas crianças conseguem chegar na escola é porque a escola pública chegou a famílias e setores da população que ainda não tinha alcançado. Mas nós temos que nos preocupar com os projetos pedagógicos das escolas que devem reconhecer quem são esses alunos. A escola precisa mudar radicalmente para trabalhar com as crianças de verdade que existem no Pará e não com as crianças idealizadas das escolas dos anos 60’, ressalta Pilar.

Índices da região Norte (IBGE)

Em cada grupo de 10 crianças entre oito e nove anos no Pará, duas são analfabetas.

78 mil meninos e meninas espalhados pelo Estado não conseguem ler ou escrever um simples bilhete.

Somente Maranhão, com 104 mil crianças analfabetas, e Bahia, com 103 mil, superam a marca paraense.

O Pará dificilmente cumprirá a meta de ter até 2022 toda criança plenamente alfabetizada aos oito anos de idade, estipulada pelo movimento Todos Pela Educação.

As crianças têm dificuldade de chegar

às escolas fora das áreas urbanas do Pará. O Estado tem a maior quantidade de crianças analfabetas que vivem no meio rural: mais de 31 mil.

Provinha é questionada

Como ação para reverter o cenário desfavorável no País e no Pará, a executiva do MEC lista medidas como a ampliação do ensino fundamental de oito para nove anos, a melhoria na formação de professores alfabetizadores, a distribuição de livros adequados para crianças e o investimento em creches e pré-escolas. Mas de todas essas ações, ela destaca a criação da Provinha Brasil, que é aplicada nas escolas no segundo ano de escolaridade, como a principal proposta para que os educadores conheçam o perfil dessas crianças e os incentive no aprendizado.

‘A Provinha é aplicada em março e novembro do mesmo ano. São duas provinhas diferentes que não visam fazer divulgação ou ranking dos alunos. O resultado dela é um quite com seis volumes e o professor identifica em que estágio estão os seus alunos. A partir desses dados, ele recebe um livreto que o orienta sobre quais atitudes ele deve tomar se os seus alunos estiverem no nível 1, que é o nível mais baixo, no nível 2 e no nível 3. O ideal é que a maior parte da turma esteja nos níveis 3 e 4. E nós orientamos para que os professores modifiquem o seu trabalho e acompanhe os seus alunos para que eles melhorem’.

A proposta recebeu críticas de especialistas em educação. Na opinião de Mozart Ramos, ela é importante mas está longe de garantir um acompanhamento do aprendizado das crianças. ‘Ela pode auxiliar o professor, mas não assegura. Para ser suficiente é preciso que atrele o Provinha Brasil a um sistema de avaliação que não fique no professor. Se amanhã o professor deixar de lecionar naquela escola, não tem um controle. Vai ficar apenas no achismo do professor se o aluno dele é ou não alfabetizado. Ela serve para auxiliar, mas não para avaliar se a criança está de fato alfabetizada’, critica

Mário Couto critica governadora por deixar equipamentos contra câncer encaixotados no Pará

O senador Mário Couto (PSDB-PA), em discurso nesta terça-feira (26), criticou mais uma vez a gestão da governadora do Pará, Ana Julia Carepa. Ele citou reportagem que mostrou pacientes com câncer, que dependem da rede pública, esperando há meses na fila para fazer tratamento de radioterapia, sendo que existem equipamentos comprados há pelo menos dois anos que não foram ainda instalados. Para ele, isso é “negligência e incompetência”.

Os aparelhos que poderiam salvar vidas, disse o senador, estão encaixotados em hospitais de Belém e do interior do estado. São quatro aceleradores lineares que destroem as células dos tumores.

Mário Couto afirmou que gostaria de elogiar Ana Julia, mas sua atuação deixa a desejar tanto na área da saúde quanto em educação e principalmente, na segurança pública, já que os paraenses vêm sofrendo com o aumento da violência, apontou.

– A incompetência faz o povo sofrer – declarou.

Ele também criticou duramente jornal elaborado pelo governo estadual intitulado “Governo Popular”. Segundo Mario Couto, o jornal trazia apenas notícias de amenidades, com matérias sobre o açaí, fruta típica da região; ou a visita do príncipe Charles, do Reino Unido, à região Amazônica, quando deveria trazer notícias de obras e investimentos feitos pela governadora.

Mário Couto defendeu ainda que se crie uma mecanismo legal para punir “quem mentir em palanque em época de campanha”.

Fonte: Agência Senado

ATÉ NO PROUNI…

Estudantes Universitários foram descobrertos na fraude do PROUNI [Programa Universidade para Todos, programa federal de incetivo à educação que permite o ingresso de estudantes (oriundos de escolas ou bolsistas) nas universidades particulares tendo isenção total ou parcial das mensalidades].

No cruzamento das informações dos CPFs dos estudantes beneficiados com o RENAVAM, descobriram que alguns eram tão capazes de arcar com suas despezas acadêmicas quanto de adiquirir carros de luxo e outras regalias.

 

no G1:

Na primeira auditoria feita no programa, o tribunal descobriu irregularidades que apontam, por exemplo, que 39 estudantes da Bahia, São Paulo e Distrito Federal têm bolsa e também carro de luxo, que valem mais de R$ 90 mil. No total, existem indícios de ilegalidades praticadas por quase 31 mil estudantes.

Segundo TCU, há 1.700 bolsistas donos de carros novos e 3.561 já têm curso superior, o que é proibido pelas regras do ProUni. Além disso, 23.100 têm renda familiar acima do que é permitido pelo programa. 

A estudante Juliana só está em uma universidade particular porque conseguiu uma bolsa do ProUni. “O ProUni veio como uma solução e uma realização de um sonho, porque estava difícil e eu não tinha condições realmente de pagar uma faculdade.”

A partir de agora, o Ministério da Educação vai ter que enviar fiscais pessoalmente às instituições de ensino para verificar se os recursos do programa estão sendo bem aplicados.

Segundo o ministério, se forem comprovadas as fraudes apontadas pelo TCU, o estudante será desligado do programa. Além disso, afirma que notificou nove universidades.

 

 

no G1:

O ministro disse que dos mais de 1.700 alunos inscritos no ProUni e que possuem um veículo, 41% deles têm uma motocicleta de baixa cilindrada e que em 95% dos casos os carros têm mais de cinco anos de uso. O TCU encontrou apenas 39 casos os alunos eram proprietários de carros de luxo.

“Desses 39 casos, dez alunos já foram desligados das instituições”, disse o ministro. Segundo ele, um dos objetivos do ProUni é que os alunos consigam melhores condições de vida. Porém, em casos em que há uma “mudança substancial das condições socioeconômicas” o MEC passará a avaliar caso a caso.

Contudo, Haddad não disse qual seria a renda máxima que impediria um bolsista de permanecer no ProUni. “Esse é um critério subjetivo e, por isso, teremos que analisar casos a caso”, explicou.

Segundo ele, mesmo esses alunos que têm carros de luxo e bolsas integrais do ProUni não serão excluídos imediatamente do programa. “Vamos tratar isso como casos a serem investigados e os estudantes serão ouvidos. Até agora, o foco das fiscalizações do ministério eram as instituições, porque algumas informações dos alunos são sigilosas”, comentou. É o caso das declarações de imposto de renda dos bolsistas e seus pais que só podem ser manipulada pela Receita Federal.

Segundo o ministro, se forem encontradas irregularidades nas informações prestadas pelos bolsistas e a consequente fraude para ingressar no ProUni, o Ministério Público pode até mesmo pedir o ressarcimento dos valores das mensalidades não pagas pelo aluno infrator.

Vegonha nos poderes…

Enquanto os Ministros do STF entram em bate boca pra saber quem tem menos moral para dar lição nos outros, na Câmara Federal os Deputados debatem se seus familiares podem ou não usufruir de verbas públicas para viajar pelo Brasil e Exterior, já a Senadora Kátia Abreu insiste na intervenção federal no Pará, ameaçando a Governadora Ana Júlia de impeachment caso não se resolva os casos de reintegração de posse das terras ocupadas pelos “companheiros” do MST, sem contar o caso dos Kits escolares que dizem ter superfaturamento. Já no Parlamento Estadual do Pará, após a renuncia da vaga de Deputado Estadual pelo acusado de pedofilia Afonso Sefer, iniciou-se uma batalha travada entre o tucuruiense Francisco Gualberto (DEM) e o Vereador Nadir Neves (ex-DEM, atualmente no PTB) para ocupar a referida vaga. Já na Câmara Municipal de Belém, 17 vereadores ainda lutam pela instalação da CPI da Saúde para apurar o caos e a péssima gestão dos recursos destinados a saúde pela atual Prefeitura, o Prefeito permaneceu lacônico e pelos bastidores iniciava-se a caça as bruxas aos vereadores signatários… a Vereadora Vanessa Vasconcelos (umas das cabeças da CPI) é acusada pela ex funcionária lotada em seu gabinete, mas que exercia trabalho de empregada doméstica em sua residência, de receber os vencimentos da funcionária e repassar apenas o mínimo, na tentativa de continuar a caçada, acusaram também o Vereador Carlos Augusto do mesmo erro de Vanessa, logo desmentido pela própria funcionária dele, que ficou constrangida pelo assédio da imprensa. Ainda tem as acusasões de improbidade administrativa por parte da Prefeitura de Belém, e do próprio Presidente da Câmara Municipal Vereador Walter Arbage – que era sócio de uma empresa prestadora de serviços para a Prefeitura levando a bolada de pouco mais de R$ 5.600.000,00, que corre o risco de perder o mandato.

É assessora de comunicação de prefeito assinando reportagens de denuncias contra a oposição, é prefeito viajando pros states, é vereador querendo bater no outro, é uma troca de acusações, é funcionário da saúde não indo trabalhar pra ir pra câmara municipal protestar contra a instalação da CPI e o povo morrendo no pronto socorro municipal….

 

Peço-lhes desculpas, mas…. TÁ UMA CAGADA!

Despesas com viagens “explodem” no governo Ana Júlia

EU encontrei no Blog do santareno JESO CARNEIRO e ele no blog da pererequíssima Ana Célia Pinheiro:

É incrível, mas, verdadeiro: o Governo do Estado gastou com viagens, no ano passado, mais do que a Presidência da República, a maioria dos ministérios – incluindo o das Relações Exteriores – e até que a Câmara dos Deputados.

Aliás, o Governo do Pará gastou em viagens mais do que a Justiça Eleitoral, no ano eleitoral de 2008. (…)

Quando se somam as diárias e as despesas com locomoção destes dois anos [2007-2008], o que se verifica é que o Governo do Estado já consumiu mais de R$ 168,2 milhões em viagens, pelo Pará, pelo Brasil e até pelo exterior.

É dinheiro que não acaba mais.

Para se ter idéia, quase empata com os R$ 175,2 milhões que Belém recebeu, no ano passado, em repasses de ICMS do Governo Estadual, para administrar o cotidiano de 1,5 milhão de habitantes. (…)

Quando se fala em diárias de viagem, tudo subiu: desde os valores até a quantidade de contemplados.

Em 2006, apenas oito pessoas receberam mais de R$ 20.000,00 em diárias, no Governo do Estado. Em 2007, esse número saltou para 35.

No ano eleitoral de 2008, simplesmente explodiu: foram nada menos que 82.

A quantidade de gente que viajou também cresceu: 10.166 funcionários, em 2006; 11.802, em 2007; 13.107, em 2008.

AQUI, a reportagem completa.