Blog do Gilton Paiva


Seffer… o retorno?

Enviado em Notícias por Gilton Paiva no 17 Novembro 2009
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Acabo de falar com um assessor do ex-deputado Afonso Seffer.

Ele garantiu que a candidatura é certa!

o partido? PP! é… agregado do Gerson Peres!

o ex-deputado está rodando o Pará com um bisturi e agulha na mão…

é corte-costura completo!

 

tá fazendo até parto de cadela!

 

 

toooooma-te!

Definida instalação do 144º município paraense

Enviado em Notícias por Gilton Paiva no 14 Outubro 2009
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Após uma longa espera e luta de vários líderes regionais, o Pará ganha em 1º de janeiro de 2010 o seu 144º município. O TRE (Tribunal Regional do Estado) definiu nesta terça-feira (13), que as eleições municipais para escolha do primeiro prefeito de Mojuí dos Campos, no Oeste paraense, serão em dezembro deste ano.

Na próxima segunda-feira (19), deve ser divulgada a data das novas eleições para os cargos de rpefeito, vice-prefeito e vereadores. O presidente do TRE-PA, desembargador João Maroja, propôs uma comissão para elaborar as resoluções que disciplinarão as eleições, tendo como membros o próprio presidente do TRE, além do Juiz José Maria Teixeira do Rosário, o Juiz Célio Simões de Souza e um representante da Procuradoria Regional Eleitoral.

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Santarém recebe evento sobre UFOPA

Enviado em Notícias por Gilton Paiva no 29 Setembro 2009
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Painel será realizado no dia 5 de outubro. Previsão para aprovação pelo Senado é para o mês de outubro.

Foi aprovada no início da tarde desta terça-feira (29), na Comissão de Educação (CE) do Senado Federal a realização de um painel em Santarém sobre a criação da Universidade do Oeste do Pará (UFOPA). A instalação da universidade, prevista já para 2010, beneficia cerca de 18 municípios da região e mais de um milhão de pessoas.

O painel será realizado no dia 5 de outubro, às 9 horas, em Santarém. O evento foi sugerido pelo senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), que é o relator do parecer que será votado na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça do Senado). Após aprovado, o projeto segue em caráter terminativo para a Comissão de Educação do Senado.

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Dos dez municípios com mais desmatamento em julho, nove estão no Pará

Enviado em Notícias por Gilton Paiva no 1 Setembro 2009
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Do Globo Amazônia, em São Paulo

Nove dos dez municípios com mais desmatamento detectado em julho pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) estão no Pará. A instituição divulgou nesta terça-feira (4) que detectou a devastação de 836 km² da floresta amazônica nesse mês. A área equivale a cerca de metade do município de São Paulo.

Veja abaixo os dez municípios que lideram o ranking do desmatamento em julho:

Município – Desmatamento detectado em julho (km²)

  1. Novo Progresso (PA) 133,7 km²
  2. Altamira (PA) 116,47 km²
  3. São Félix do Xingu (PA) 53,2 km²
  4. Itaituba (PA) 44,7 km²
  5. Dom Eliseu (PA) 29,1 km²
  6. Pacajá (PA) 27,9 km²
  7. Cumaru do Norte (PA) 24,9 km²
  8. Apuí (AM) 21,6 km²
  9. Paragominas (PA) 15,3 km²
  10. Novo Repartimento (PA)  14,8 km²

Dados do Inpe

TSE aprova referendo e Pará terá novo município.

Enviado em Notícias por Gilton Paiva no 21 Agosto 2009
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Mojui_TSE - clique na imagem para ampliá-la.

O Estado do Pará deve ter em breve eleições para um novo município, que está em fase final de sua criação: Mojuí dos Campos. A localidade, de mais de 30 mil habitantes, atualmente é distrito de Santarém, cidade-pólo do Oeste paraense.

Foi publicada nesta quinta-feira (19) a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que aprova um plebiscito realizado por duas vezes: em 1995 e 1999. Nas duas oportunidades, mais de 84% da população de Mojuí e de Santarém votaram a favor da emancipação.

As eleições não foram realizadas até hoje pois o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, não havia homologado os referendos. Apesar de criado, não poderia ser implantado. Porém, o Tribunal Regional Eleitoral do Pará cumpriu a lei e enviou toda a documentação, inclusive dos plebiscitos realizados e aguardava apenas homologação do plebiscito.

Isso só poderia ser concretizado pelo TSE, o que ocorreu esta semana, de acordo com resultado de sessão de julgamento divulgada no site do Tribunal. “O Tribunal, por unanimidade, homologou o plebiscito no município de Santarém, objetivando a criação do município de Mojuí dos Campos. Votaram com o relator a Ministra Cármen Lúcia e os Ministros Félix Malcher, Aldir Passarinho Junior, Marcelo Ribeiro e Arnaldo Versiani”, diz a breve nota do Tribunal.

Acompanhando de perto o processo, o Senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) explica que todo o trabalho recente foi motivado em função da aprovação da Emenda Constitucional 57/2008, que permite a criação de municípios cuja lei tenha sido publicada até 31 de dezembro de 2006. “Era exatamente o caso de Mojuí dos Campos. O deferimento pelo TSE garantiu que a lei foi cumprida em Mojuí e já deveria ter sido efetivamente criado o novo município”, disse Flexa Ribeiro.

O parlamentar paraense informa ainda que irá nos próximos dias ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Pará, juntamente com o ex-deputado federal Nicias Ribeiro, para debater a situação. “Agora a coisa é mais prática. O TRE será informado sobre todo o processo e irá definir a data de eleição, para que Mojuí tenha seu prefeito. O Pará passará em breve a ter 144 municípios”, declarou Flexa Ribeiro.

Mojuí dos Campos possui 32 mil habitantes distribuídos em pouco mais de 56 mil quilômetros quadrados. Em dois plebiscitos, realizados nos anos de 1995 e 1999, mais de 84% da população de Mojuí e de Santarém votaram a favor da emancipação. No dia 29 de maio deste ano, já havia indicativo de que o TSE iria aprovar o plebiscito. A Procuradoria-Geral Eleitoral emitiu parecer favorável, assinado vice-procurador geral eleitoral, Francisco Xavier Pinheiro Filho.

Fonte: Assessoria do Sen. Flexa Ribeiro

Aberto edital do Concurso Público da Polícia Civil do Pará

Enviado em Notícias por Gilton Paiva no 28 Julho 2009
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AO TODO, as provas irão prover 350 vagas para delegados, escrivão e investigador para suprir o interior do Estado

A Polícia Civil do Pará lançou, nesta terça-feira (28), o edital do concurso público para provimento de 350 vagas para cargos de delegado (50), escrivão (150) e investigador (150). As inscrições serão feitas através do site do Instituto Movens (www.movens.org.br), responsável pela organização do concurso. As provas terão duas etapas. A primeira será realizada pelo instituto e será composta de provas objetivas, de capacitação física, exames médicos e psicológicos, prova oral e de investigação criminal e social. A segunda será o Curso Técnico-Profissional realizado pela Academia da Polícia Civil. Todos os testes têm caráteres eliminatório e classificatório. Para estar apto a concorrer às vagas de escrivão e de investigador, o candidato deverá ter formação em nível superior, bacharelado ou licenciatura, em qualquer curso de graduação.

Para cargo de delegado, o candidato deverá ter formação em nível superior no curso de bacharelado em Direito. Do total de vagas, 5% são destinadas para pessoas portadoras de deficiência física. Todos os aprovados iniciarão as atividades profissionais em municípios do interior do Pará. As taxas de inscrição são de R$ 150 para cargo de delegado, e R$ 130 para escrivão e investigador. Os salários variam de R$ 2.008,8 para escrivão e investigador, a R$ 5.219,04 para delegado. Os valores serão acrescidos de adicional de gratificação de localidade especial. As inscrições serão feitas apenas via internet no site do Instituto Movens, de 10h do próximo dia 3 de agosto até as 23 horas e 59 minutos do dia 16 de agosto deste ano, horário oficial de Brasília.

PARA VER O EDITAL DO CONCURSO CLIQUE AQUI.

13 mentiras que enganaram o Pará

Enviado em Notícias por Gilton Paiva no 23 Julho 2009
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1. O LULA É MEU AMIGO!

2. VAMOS ASFALTAR A RODOVIA TRANSAMAZÔNICA.

3. VOU PLANTAR UM BILHÃO DE ÁRVORES NO PARÁ.

4. NO MEU GOVERNO VAMOS IMPLANTAR UMA SIDERÚRGICA EM MARABÁ: GERAÇÃO DE 15 MIL EMPREGOS.

5. NO MEU GOVERNO, SAÚDE E SEGURANÇA PÚBLICA SERÃO PRIORIDADES E EXEMPLOS PARA O BRASIL.

6. VOU FAZER REPOSIÇÃO DAS PERDAS SALARIAIS HISTÓRICAS PARA O FUNCIONALISMO PÚBLICO ESTADUAL.

7. EU GARANTO: BELÉM SERÁ SUB-SEDE DA COPA DE 2014.

8. O HANGAR – CENTRO DE CONVENÇÕES: É UMA OBRA INÚTIL. É UM “ELEFANTE BRANCO”.

9. VAMOS LEVAR ENERGIA FIRME DA HIDRELÉTRICA DE TUCURUÍ PARA O MARAJÓ.

10. NO MEU GOVERNO, HONESTIDADE E COMPETÊNCIA SERÃO CRITÉRIOS PARA OCUPANTES DE CARGOS NO SERVIÇO PÚBLICO.

11. A SANTA CASA DE MISERICÓRDIA E O HOSPITAL OFIR LOYOLA SERÃO REFERÊNCIAS NO ATENDIMENTO DA SAÚDE PÚBLICA.

12. PARÁ: “TERRA DE DIREITOS”.

13. ESTAMOS CONVIDANDO A POPULAÇÃO BELENENSE A SE FAZER PRESENTE NA PRAÇA DA REPÚBLICA PARA ASSISTIR E COMEMORAR COM O GOVERNO O ANÚNCIO PELA FIFA, OFICIALIZANDO BELÉM COMO SEDE DA COPA DE 2014. AFINAL, O LULA É MEU AMIGO!

O Desgoverno acompanha o Governo do Pará

Enviado em Notícias por Gilton Paiva no 20 Julho 2009
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DESGOVERNO – Vaias acompanham Ana Júlia

São ilustrativas da caótica administração que ela protagoniza, como primeira governadora eleita da história do Pará, as vaias que passaram a acompanhar Ana Júlia Carepa em suas recentes aparições públicas.

Em Belém e até no interior, Ana Júlia Carepa já passou pelo constrangimento de ser alvo de vaias de populares. O pior é que as vaias amargadas pela governadora, pelo menos até aqui, nada têm de orquestradas. Elas soam espontâneas, absolutamente espontâneas.
Postado por Augusto Barata às 02:10

DESGOVERNO – Retrato da impopularidade

No último domingo de junho, dia 28, por exemplo, Ana Júlia Carepa e o secretário estadual de Cultura, Edílson Moura da Silva, foram recepcionados com vaia, na concentração do Arraial da Pavulagem, na Praça Pedro Teixeira, em frente à Estação das Docas. A vaia não chegou a se prolongar, mas foi suficientemente audível para abreviar a aparição da governadora e do secretário de Cultura, ocorrida a pretexto da entrega do imóvel destinado pelo atual governo para servir de sede do Arraial da Pavulagem.

Mas constrangedor, mesmo, segundo relato que vazou do próprio Palácio dos Despachos, foi o episódio ocorrido em Nova Timboteua, na visita feita ao município pela governadora. Na ocasião, de acordo com fonte do próprio Palácio dos Despachos, convocada a falar a populares pelo prefeito de Nova Timboteua, Antônio Nazaré Elias Corrêa (eleito em 2004 pelo PSB e reeleito em 2008 pelo PRN), Ana Júlia Carepa recebeu um sonora vaia, diante da qual foi retirada de cena mais depressa que rapidamente.

A fonte, repita-se, é do próprio Palácio dos Despachos.
Postado por Augusto Barata às 02:09

Segunda-feira, 6 de Julho de 2009.
DESGOVERNO – O vale-tudo eleitoral da DS

A ser verdadeira a revelação do Diário do Pará, a governadora Ana Júlia Carepa perdeu toda e qualquer noção de pudor, no empenho em eleger os candidatos ungidos pela DS, a Democracia Socialista. A DS é a facção petista que comanda a máquina administrativa estadual, porque dela faz parte Ana Júlia Carepa.

Segundo o jornal do grupo de comunicação da família do ex-governador Jader Barbalho, a DS fechou parceria com a Assembléia de Deus. Em troca do apoio de pelo menos metade da igreja às candidaturas de Cláudio Alberto Castelo Branco Puty à Câmara dos Deputados e de Edilson Moura da Silva à Assembléia Legislativa, em 2010, a Assembleia de Deus ganhará vários convênios e nomeação de 80 assessores especiais indicados pelos 40 pastores liderados pelo presidente da convenção estadual, Gilberto Marques.

De acordo com a notícia, participaram da reunião na qual foi fe3chado o acordo a própria governadora Ana Júlia Carepa, o chefe da Casa Civil, Cláudio Alberto Castelo Branco Puty, e o secretário de Cultura, Edilson Moura da Silva.
Postado por Augusto Barata às 03:49

Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009.
DESGOVERNO – Ana Júlia é vaiada no Hangar

Aparentemente, pelo menos, a popularidade da governadora Ana Júlia Carepa continua em queda livre.

Sábado, 31 de janeiro, no Hangar, durante o show de Martinália, a simples menção do nome da primeira governadora eleita da história do Pará provocou uma monumental vaia, tornando inaudível os aplausos de parte da platéia.
Postado por Augusto Barata às 13:59

Analfabetismo assola crianças paraenses

Enviado em Notícias por Gilton Paiva no 20 Julho 2009
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JORNAL “O LIBERAL”

ATUALIDADES Belém 19 de Julho de 2009

Analfabetismo assola crianças paraenses

BRASÍLIA

THIAGO VILARINS E RAFAEL QUERRER

Da Sucursal

De cada grupo de 10 crianças entre oito e nove anos no Pará, pelo menos duas delas são analfabetas. Mais de 78 mil meninos e meninas espalhados pelo Estado, são incapazes de ler e escrever um simples bilhete com meia dúzia de palavras. É o terceiro pior cenário brasileiro, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada pelo IBGE. Somente Maranhão, com 104 mil crianças analfabetas, e Bahia, com 103 mil, superam a marca paraense. Além da alta incidência de analfabetismo nesta faixa etária, outro dado causa preocupação: o ritmo lento da redução desses números nos últimos anos.

A pesquisa avalia os números da educação no Estado entre 2001 e 2007, sendo que só a partir de 2004 o IBGE passou a considerar a população rural para o cálculo. Nesse período, o percentual de crianças analfabetas oscilou apenas de 29% para 24%. Se for mantida essa velocidade de queda (3% ao ano), o Pará dificilmente cumprirá a meta de ter até 2022 toda criança plenamente alfabetizada aos oito anos de idade, estipulada pelo movimento Todos Pela Educação.

‘É muito difícil fechar a torneira do analfabetismo nesse ritmo. Essa meta de garantir todas as crianças até oito anos lendo e escrevendo fica muito distante se não houver uma política de avaliação nacional para a alfabetização de crianças. Sem essas políticas, vamos continuar contemplando esses percentuais’, avalia o presidente executivo do movimento, Mozart Neves Ramos.

‘Para acabar com o analfabetismo no País, temos que olhar esses dados das regiões Norte e Nordeste do Brasil e criar políticas para, primeiro, saber se essas crianças estão chegando aos oito anos alfabetizadas. Se não estão, precisamos de uma política que faça que elas cheguem à 4ª série do ensino fundamental plenamente alfabetizadas. É fundamental para que se reduzam as desigualdades nessas regiões’, completa Ramos.

O Ministério da Educação (MEC) também acompanha com preocupação essa baixa evolução. Entretanto, pondera que, ao mesmo tempo que as últimas reduções tenham sido baixas, o salto que o Pará teve na comparação com a última década foi bastante significativo. ‘Se hoje são 78 mil, há 15 anos esse número de crianças beirava os 400 mil no Estado. Então, conseguimos reduzir muito o número de crianças analfabetas. Elas estão nas escolas e provavelmente passarão por processos de recuperação, de reforço, de correção de fluxo que não deixará que elas continuem analfabetas’, explica a secretária de educação básica do MEC, Maria Pilar Lacerda.

De acordo com a secretária, a pobreza e o esquecimento com a população do Estado ao longo das últimas décadas são os principais vetores para esses índices. Ao traçar o perfil dessas crianças, ela destaca que ‘elas são os filhos dos pais analfabetos’, ressaltando que o Pará contribui com mais de 4% de toda a população adulta sem escolaridade do Paí – fora a situação de indigência dessas crianças. A pesquisa também revela que a totalidade delas é de famílias que recebem menos cinco salários mínimos mensalmente. Outra particularidade nos traços que definem esses meninos e meninas é a dificuldade de chegar às escolas fora das áreas urbanas. Pelo estudo, é no Pará que incide a maior quantidade de crianças analfabetas que vivem no meio rural: mais de 31 mil.

‘Nós temos que comemorar o dado de que praticamente 100% das crianças de 6 a 14 anos estão hoje na escola, principalmente nessa região, onde os direitos à educação foram mais tardios. Posso dizer que o Brasil está melhorando, porque se essas crianças conseguem chegar na escola é porque a escola pública chegou a famílias e setores da população que ainda não tinha alcançado. Mas nós temos que nos preocupar com os projetos pedagógicos das escolas que devem reconhecer quem são esses alunos. A escola precisa mudar radicalmente para trabalhar com as crianças de verdade que existem no Pará e não com as crianças idealizadas das escolas dos anos 60′, ressalta Pilar.

Índices da região Norte (IBGE)

Em cada grupo de 10 crianças entre oito e nove anos no Pará, duas são analfabetas.

78 mil meninos e meninas espalhados pelo Estado não conseguem ler ou escrever um simples bilhete.

Somente Maranhão, com 104 mil crianças analfabetas, e Bahia, com 103 mil, superam a marca paraense.

O Pará dificilmente cumprirá a meta de ter até 2022 toda criança plenamente alfabetizada aos oito anos de idade, estipulada pelo movimento Todos Pela Educação.

As crianças têm dificuldade de chegar

às escolas fora das áreas urbanas do Pará. O Estado tem a maior quantidade de crianças analfabetas que vivem no meio rural: mais de 31 mil.

Provinha é questionada

Como ação para reverter o cenário desfavorável no País e no Pará, a executiva do MEC lista medidas como a ampliação do ensino fundamental de oito para nove anos, a melhoria na formação de professores alfabetizadores, a distribuição de livros adequados para crianças e o investimento em creches e pré-escolas. Mas de todas essas ações, ela destaca a criação da Provinha Brasil, que é aplicada nas escolas no segundo ano de escolaridade, como a principal proposta para que os educadores conheçam o perfil dessas crianças e os incentive no aprendizado.

‘A Provinha é aplicada em março e novembro do mesmo ano. São duas provinhas diferentes que não visam fazer divulgação ou ranking dos alunos. O resultado dela é um quite com seis volumes e o professor identifica em que estágio estão os seus alunos. A partir desses dados, ele recebe um livreto que o orienta sobre quais atitudes ele deve tomar se os seus alunos estiverem no nível 1, que é o nível mais baixo, no nível 2 e no nível 3. O ideal é que a maior parte da turma esteja nos níveis 3 e 4. E nós orientamos para que os professores modifiquem o seu trabalho e acompanhe os seus alunos para que eles melhorem’.

A proposta recebeu críticas de especialistas em educação. Na opinião de Mozart Ramos, ela é importante mas está longe de garantir um acompanhamento do aprendizado das crianças. ‘Ela pode auxiliar o professor, mas não assegura. Para ser suficiente é preciso que atrele o Provinha Brasil a um sistema de avaliação que não fique no professor. Se amanhã o professor deixar de lecionar naquela escola, não tem um controle. Vai ficar apenas no achismo do professor se o aluno dele é ou não alfabetizado. Ela serve para auxiliar, mas não para avaliar se a criança está de fato alfabetizada’, critica

Governo do Estado lamenta falecimento de Juvêncio

Enviado em Notícias por Gilton Paiva no 14 Julho 2009
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Governo do Estado do Pará
Nota de Pesar

O Governo do Estado manifesta seu mais profundo pesar pela morte do economista Juvêncio Arruda, ocorrida nesta segunda-feira (13), em Belém.
Considerado uma das maiores referências das novas mídias, sobretudo à blogosfera, em todo o Pará, Juvêncio Arruda foi alguém que teve o talento de veicular informações e comentários de forma singular e magistral, marcando um novo tempo na comunicação local.
Seu estilo, coragem, independência e a habilidade em conduzir o debate, resultante das notas ágeis e exclusivas postadas em seu blog, o Quinta Emenda, farão muita falta à nossa inteligência.

Fonte: Secretaria de Estado de Comunicação

P.S.: esqueci de comentar que no velório havia mais 2 coroas: 1 em nome da Governadora do Estado e outra em nome do Vice-Governador.

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