Santarém recebe evento sobre UFOPA
Painel será realizado no dia 5 de outubro. Previsão para aprovação pelo Senado é para o mês de outubro.
Foi aprovada no início da tarde desta terça-feira (29), na Comissão de Educação (CE) do Senado Federal a realização de um painel em Santarém sobre a criação da Universidade do Oeste do Pará (UFOPA). A instalação da universidade, prevista já para 2010, beneficia cerca de 18 municípios da região e mais de um milhão de pessoas.
O painel será realizado no dia 5 de outubro, às 9 horas, em Santarém. O evento foi sugerido pelo senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), que é o relator do parecer que será votado na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça do Senado). Após aprovado, o projeto segue em caráter terminativo para a Comissão de Educação do Senado.
UFOPA prestes a ser aprovada no Senado
Poderá entrar em pauta nesta quarta-feira (30), na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, o projeto de lei que cria a Universidade do Oeste do Estado do Pará (UFOPA). O relator da matéria será o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), que dará parecer favorável à instalação da universidade. O parlamentar, inclusive, já havia apresentado ainda em 2006 um projeto de lei semelhante, que chegou a ser aprovado pelo Senado em 2007, mas acabou rejeitado na Câmara dos Deputados.
No ano seguinte, em 2008, o Executivo enviou ao Congresso um projeto de lei com o mesmo teor, criando a UFOPA. “Lamentavelmente, ocorreu esse atraso por conta de questões políticas, pois não acataram um projeto apresentado pela oposição”, comentou Flexa Ribeiro. “De qualquer forma, vamos trabalhar para que a tramitação dessa vez ocorra normalmente, sem questões políticas, mas sim fazendo justiça à região Oeste do Estado, que precisa receber uma Universidade, assim como a região Sul e Sudeste do nosso Estado”, explicou Flexa Ribeiro.
Dão motivos de sobra… e nós também damos!
Muitas já são as piadas sobre o Congresso Nacional, mas são os próprios Parlamentares que dão motivo para isso!
É claro que não são todos, mas pelos podres, os bons também se contaminam!
A cada dia novos escândalos vêm a tona e as desculpas são as mais ridículas possíveis! “eu não sabia!”, “a culpa não é minha!”, “foi o caseiro!”, “a crise não é minha!”… e saibam: em alguns casos eles têm razão!
A culpa não é EXCLUSIVA deles! é nossa também, que vemos e não denunciamos, que sabemos mas nos omitimos, que acreditamos no “rouba mas faz”, que preferimos não nos incomodar, só dar o jeitinho… que permitimos que fiquem dando esmolas (com o nosso dinheiro!), e ao vermos algo de errado, viramos o rosto e fingimos que nada temos a ver com isso!
Não há necessidade de sermos experts em CRISE FINANCEIRA INTERNACIONAL ou EMPRÉSTIMO PARA BANCO TAL ou RELAÇÕES EXTERIORES COM PAÍS TAL… deixemos para os especialistas discutirem e tirarem suas conclusões! Mas temos que acompanhar o que acontece, as asneiras que os Presidentes falam (digo no plural por que este não foi, não é e nem será o único Presidente que fala asneiras!), as burrices que os parlamentares fazem, os projetos que são votados, quem vota a favor ou contra tal projeto!
Mas enquanto uns debatem as crises, quedas de bolsas, botox de ministras, viagens de deputados, acabamos por esquecer o cidadão que está ao nosso lado no transporte coletivo e ABRE a janela apenas para JOGAR uma lata na rua! esquecemos das crianças mal educadas que fazem tolices, batem nos coleguinhas e ainda comentamos “êta menino bruto! isso, meu filho… com esse ninguém mexe!” ou apenas sorrimos! quando vemos as crianças desde pequeninas aprendendo a falta de educação dos pais que arrotam, batem, jogam lixo nas ruas, não respeitam as pessoas…
Esquecemos do nosso vizinho, que coloca o lixo na porta para ser levado, mas o caminhão só passa no outro dia! do vizinho que não segura seu cachorro na coleira, do vizinho que espanca a esposa e/ou os filhos.
Esquecemos de nós mesmos, que recebemos o troco errado para menos e esbravejamos, mas se recebemos para mais, saimos ligeiro para que não percebam! nós que furamos a fila, que damos o “jeitinho”, que no supermercado fazemos dobradinha ocupando 2 filas pra tirar vantagem na frente dos outros!
Quem? quem recicla seu lixo? quem faz trabalho voluntário? quem ajuda um deficiente na rua? quem dá lugar para um idoso, para uma grávida?
Não permitam que a criança tenha que sair do seu lugar onde está sentada só para dar lugar pra você… ela também tem direitos, como você!
Alguém dá passagem às pessoas ao entrar em um ônibus? alguém pede licensa ao passar? e ao sentar ao lado de alguém?
Estamos todos contaminados! Os jovens leem os jornais para ver as colunas sociais ou se eles aparecem nas baladas teens! usam internet para paquerar, ver pornografia, e outras besteiras… poucos são os que utilizam as ferramentas adequadamente!
Orkut pra paquerar, discutir besteira… alguém já debateu coisa séria pelo orkut? (eu já! …e fiz besteiras tbm!) e o Msn? vejo por ai as pessoas menos instruidas, no orkut, com fotos ridículas, fazendo apologia ao crime, mostrando-se com depravação, e mal sabem o português correto! (vejam aqui).![]()
O Presidente diz que é uma marola, o ministro diz que não há motivos para pânico, o Prefeito diz que a saúde está bem, a Governadora diz que a segurança é uma maravilha… e a culpa é só deles? E NÓS? o que temos a ver com isso?
A OMISSÃO, o DESCASO, a INCOMPETÊNCIA, a SAFADEZA, a CORRUPÇÃO que contamminam nossos governantes são frutos do nosso descaso com o que é certo e justo, da nossa incompetência de enxergar que precisamos mudar, agir, sermos proativos, da nossa omissão para conosco, com o mundo, com o futuro… nosso e das próximas gerações!
Pelo horário, até a coruja já dormiu… continuarei amanhã… ops! mais tarde!
Abraços
Gilton Paiva.’.
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Analfabetismo assola crianças paraenses
JORNAL “O LIBERAL”
ATUALIDADES Belém 19 de Julho de 2009
Analfabetismo assola crianças paraenses
BRASÍLIA
THIAGO VILARINS E RAFAEL QUERRER
Da Sucursal
De cada grupo de 10 crianças entre oito e nove anos no Pará, pelo menos duas delas são analfabetas. Mais de 78 mil meninos e meninas espalhados pelo Estado, são incapazes de ler e escrever um simples bilhete com meia dúzia de palavras. É o terceiro pior cenário brasileiro, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada pelo IBGE. Somente Maranhão, com 104 mil crianças analfabetas, e Bahia, com 103 mil, superam a marca paraense. Além da alta incidência de analfabetismo nesta faixa etária, outro dado causa preocupação: o ritmo lento da redução desses números nos últimos anos.
A pesquisa avalia os números da educação no Estado entre 2001 e 2007, sendo que só a partir de 2004 o IBGE passou a considerar a população rural para o cálculo. Nesse período, o percentual de crianças analfabetas oscilou apenas de 29% para 24%. Se for mantida essa velocidade de queda (3% ao ano), o Pará dificilmente cumprirá a meta de ter até 2022 toda criança plenamente alfabetizada aos oito anos de idade, estipulada pelo movimento Todos Pela Educação.
‘É muito difícil fechar a torneira do analfabetismo nesse ritmo. Essa meta de garantir todas as crianças até oito anos lendo e escrevendo fica muito distante se não houver uma política de avaliação nacional para a alfabetização de crianças. Sem essas políticas, vamos continuar contemplando esses percentuais’, avalia o presidente executivo do movimento, Mozart Neves Ramos.
‘Para acabar com o analfabetismo no País, temos que olhar esses dados das regiões Norte e Nordeste do Brasil e criar políticas para, primeiro, saber se essas crianças estão chegando aos oito anos alfabetizadas. Se não estão, precisamos de uma política que faça que elas cheguem à 4ª série do ensino fundamental plenamente alfabetizadas. É fundamental para que se reduzam as desigualdades nessas regiões’, completa Ramos.
O Ministério da Educação (MEC) também acompanha com preocupação essa baixa evolução. Entretanto, pondera que, ao mesmo tempo que as últimas reduções tenham sido baixas, o salto que o Pará teve na comparação com a última década foi bastante significativo. ‘Se hoje são 78 mil, há 15 anos esse número de crianças beirava os 400 mil no Estado. Então, conseguimos reduzir muito o número de crianças analfabetas. Elas estão nas escolas e provavelmente passarão por processos de recuperação, de reforço, de correção de fluxo que não deixará que elas continuem analfabetas’, explica a secretária de educação básica do MEC, Maria Pilar Lacerda.
De acordo com a secretária, a pobreza e o esquecimento com a população do Estado ao longo das últimas décadas são os principais vetores para esses índices. Ao traçar o perfil dessas crianças, ela destaca que ‘elas são os filhos dos pais analfabetos’, ressaltando que o Pará contribui com mais de 4% de toda a população adulta sem escolaridade do Paí – fora a situação de indigência dessas crianças. A pesquisa também revela que a totalidade delas é de famílias que recebem menos cinco salários mínimos mensalmente. Outra particularidade nos traços que definem esses meninos e meninas é a dificuldade de chegar às escolas fora das áreas urbanas. Pelo estudo, é no Pará que incide a maior quantidade de crianças analfabetas que vivem no meio rural: mais de 31 mil.
‘Nós temos que comemorar o dado de que praticamente 100% das crianças de 6 a 14 anos estão hoje na escola, principalmente nessa região, onde os direitos à educação foram mais tardios. Posso dizer que o Brasil está melhorando, porque se essas crianças conseguem chegar na escola é porque a escola pública chegou a famílias e setores da população que ainda não tinha alcançado. Mas nós temos que nos preocupar com os projetos pedagógicos das escolas que devem reconhecer quem são esses alunos. A escola precisa mudar radicalmente para trabalhar com as crianças de verdade que existem no Pará e não com as crianças idealizadas das escolas dos anos 60′, ressalta Pilar.
Índices da região Norte (IBGE)
Em cada grupo de 10 crianças entre oito e nove anos no Pará, duas são analfabetas.
78 mil meninos e meninas espalhados pelo Estado não conseguem ler ou escrever um simples bilhete.
Somente Maranhão, com 104 mil crianças analfabetas, e Bahia, com 103 mil, superam a marca paraense.
O Pará dificilmente cumprirá a meta de ter até 2022 toda criança plenamente alfabetizada aos oito anos de idade, estipulada pelo movimento Todos Pela Educação.
As crianças têm dificuldade de chegar
às escolas fora das áreas urbanas do Pará. O Estado tem a maior quantidade de crianças analfabetas que vivem no meio rural: mais de 31 mil.
Provinha é questionada
Como ação para reverter o cenário desfavorável no País e no Pará, a executiva do MEC lista medidas como a ampliação do ensino fundamental de oito para nove anos, a melhoria na formação de professores alfabetizadores, a distribuição de livros adequados para crianças e o investimento em creches e pré-escolas. Mas de todas essas ações, ela destaca a criação da Provinha Brasil, que é aplicada nas escolas no segundo ano de escolaridade, como a principal proposta para que os educadores conheçam o perfil dessas crianças e os incentive no aprendizado.
‘A Provinha é aplicada em março e novembro do mesmo ano. São duas provinhas diferentes que não visam fazer divulgação ou ranking dos alunos. O resultado dela é um quite com seis volumes e o professor identifica em que estágio estão os seus alunos. A partir desses dados, ele recebe um livreto que o orienta sobre quais atitudes ele deve tomar se os seus alunos estiverem no nível 1, que é o nível mais baixo, no nível 2 e no nível 3. O ideal é que a maior parte da turma esteja nos níveis 3 e 4. E nós orientamos para que os professores modifiquem o seu trabalho e acompanhe os seus alunos para que eles melhorem’.
A proposta recebeu críticas de especialistas em educação. Na opinião de Mozart Ramos, ela é importante mas está longe de garantir um acompanhamento do aprendizado das crianças. ‘Ela pode auxiliar o professor, mas não assegura. Para ser suficiente é preciso que atrele o Provinha Brasil a um sistema de avaliação que não fique no professor. Se amanhã o professor deixar de lecionar naquela escola, não tem um controle. Vai ficar apenas no achismo do professor se o aluno dele é ou não alfabetizado. Ela serve para auxiliar, mas não para avaliar se a criança está de fato alfabetizada’, critica
Demagogia ou solução: filho de político deve estudar em escola pública?
Do site Juventude Democratas:
Alguns números para apimentar nosso debate que está no ar, com participações bem elaboradas.
Defensores da idéia do senador Cristóvam Buarque (PDT) dizem que os 64.810 ocupantes de cargos eleitorais – vereadores, prefeitos e vice-prefeitos, deputados estaduais, federais, senadores e seus suplentes, governadores e vice-governadores, Presidente e Vice-Presidente da República – deduzem um valor total de mais de 150 milhões de reais nas declarações de imposto de renda, com o fim de financiar a escola privada de seus filhos. Isso considerando apenas um dependente por ocupante de cargo eleitoral.
Será este um bom argumento para se defender a obrigatoriedade de escola pública para os filhos de políticos com mandato? Será que isso combina com a perspectiva liberal?
ATÉ NO PROUNI…
Estudantes Universitários foram descobrertos na fraude do PROUNI [Programa Universidade para Todos, programa federal de incetivo à educação que permite o ingresso de estudantes (oriundos de escolas ou bolsistas) nas universidades particulares tendo isenção total ou parcial das mensalidades].
No cruzamento das informações dos CPFs dos estudantes beneficiados com o RENAVAM, descobriram que alguns eram tão capazes de arcar com suas despezas acadêmicas quanto de adiquirir carros de luxo e outras regalias.
no G1:
Na primeira auditoria feita no programa, o tribunal descobriu irregularidades que apontam, por exemplo, que 39 estudantes da Bahia, São Paulo e Distrito Federal têm bolsa e também carro de luxo, que valem mais de R$ 90 mil. No total, existem indícios de ilegalidades praticadas por quase 31 mil estudantes.
Segundo TCU, há 1.700 bolsistas donos de carros novos e 3.561 já têm curso superior, o que é proibido pelas regras do ProUni. Além disso, 23.100 têm renda familiar acima do que é permitido pelo programa.
A estudante Juliana só está em uma universidade particular porque conseguiu uma bolsa do ProUni. “O ProUni veio como uma solução e uma realização de um sonho, porque estava difícil e eu não tinha condições realmente de pagar uma faculdade.”
A partir de agora, o Ministério da Educação vai ter que enviar fiscais pessoalmente às instituições de ensino para verificar se os recursos do programa estão sendo bem aplicados.
Segundo o ministério, se forem comprovadas as fraudes apontadas pelo TCU, o estudante será desligado do programa. Além disso, afirma que notificou nove universidades.
no G1:
O ministro disse que dos mais de 1.700 alunos inscritos no ProUni e que possuem um veículo, 41% deles têm uma motocicleta de baixa cilindrada e que em 95% dos casos os carros têm mais de cinco anos de uso. O TCU encontrou apenas 39 casos os alunos eram proprietários de carros de luxo.
“Desses 39 casos, dez alunos já foram desligados das instituições”, disse o ministro. Segundo ele, um dos objetivos do ProUni é que os alunos consigam melhores condições de vida. Porém, em casos em que há uma “mudança substancial das condições socioeconômicas” o MEC passará a avaliar caso a caso.
Contudo, Haddad não disse qual seria a renda máxima que impediria um bolsista de permanecer no ProUni. “Esse é um critério subjetivo e, por isso, teremos que analisar casos a caso”, explicou.
Segundo ele, mesmo esses alunos que têm carros de luxo e bolsas integrais do ProUni não serão excluídos imediatamente do programa. “Vamos tratar isso como casos a serem investigados e os estudantes serão ouvidos. Até agora, o foco das fiscalizações do ministério eram as instituições, porque algumas informações dos alunos são sigilosas”, comentou. É o caso das declarações de imposto de renda dos bolsistas e seus pais que só podem ser manipulada pela Receita Federal.
Segundo o ministro, se forem encontradas irregularidades nas informações prestadas pelos bolsistas e a consequente fraude para ingressar no ProUni, o Ministério Público pode até mesmo pedir o ressarcimento dos valores das mensalidades não pagas pelo aluno infrator.
Senador Cristovam defende projeto que obriga autoridades eleitas a manterem filhos na escola pública
Da Agência Senado:
Em pronunciamento nesta quinta-feira (23), o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) defendeu a realização de debates em torno de proposta de sua autoria que obriga os agentes públicos eleitos a matricularem seusfilhos e dependentes em escolas públicas até 2014 (PLS 480/07).
O relator atual da matéria é o senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), que apresentou requerimento para a realização de audiência pública sobre a proposta na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde o projeto tramita atualmente. A proposição será analisada em decisão terminativa pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).
Em seu discurso, Cristovam Buarque disse que a abolição da escravatura somente estará concluída a partir da aprovação do projeto. Ele apontou a “falta de sentido” no fato de haver escolas diferentes para osfilhos dos agentes públicos eleitos e para os filhos dos eleitores. Ele lamentou que o projeto tenha sido considerado demagógico em matéria produzida pela TV Record exibida recentemente apenas em Brasília. Para o senador, a proposta deve ser discutida com seriedade.
- Aqueles que se submeterem à eleição para representar o povo, que tenham seus filhos na escola do povo – disse o senador.
Cristovam reconheceu que é o projeto não deve ser aprovado sem discussão e que é preciso analisar as consequências da sua aprovação. Observou, no entanto, que a proposta merece mais respeito e deve ser tratada com a mesma seriedade que a ideia da abolição da escravatura, que “era absurda à época”.
- Tenhamos coragem, mas não digam que é demagogia. Outros países já fizeram isso – disse.
IES Particulares querem o fim da divulgação das avaliações.
Em um movimento de bastidores, usando principalmente o Congresso Nacional, grupos de instituições particulares de ensino superior estão articulando a proibição da divulgação de dados das suas avaliações feitas pelo Ministério da Educação. Depois de várias audiências nas comissões de Educação da Câmara e do Senado, um projeto de lei para mudar o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (Sinaes), que obriga a publicação dos dados, começou a ser preparado. Leia mais em: Particular quer fim da divulgação de avaliações.
ai ai ai… onde esse mundo vai parar…
GA-LE-RA… não podemos permitir isso, né? Não podemos sequer ACEITAR que ISSO ocorra!
Não podemor permitir que as coisas continuem como estão…
1 – As IES Particulares estão avacalhadas.. TODO MUNDO ENTRA! (até mesmo aqueles que não tem a mínima condição de cursar pela própria situação… e não falo da financeira… e sim da intelectual! tem cidadão que entra na faculdade sem saber REGRA DE TRÊS!!!!) muita gente na universidade não significa muitos profissionais qualificados e sim um inchaço nas Instituições, sem contar que o que está inchando é o MERCADO, já que temos, em cada esquina do Brasil uma FARMÁCIA, uma PADARIA e uma FACULDADE (principalmente de Admnistração)… ahhhh até mesmo a internet está sendo “povoada” por essas instituições!
2 – ENADE, SINAES… (seja lá qual for a nomenclatura) bem como os outros modelos de avaliação utilizados pelo GOVERNO FEDERAL não FUNCIONAM!!! não mostra a REALIDADE das IES (e nem das escolas de ens. fundamental e médio). Assim como o VESTIBULAR já não é a melhor opção para ingresso nos cursos de nível superior! o Ideal é a análise do histórico dos candidatos, que deveria ser preenchido a cada ano em um sistema único, formando um banco de dados do cidadão aliado ao mesmo sistema que estão querendo implantar para o C adastro Único (que substituirá o RG/CPF/título de eleitorQ CTPS e outros documentos)…
Microempresário é preso dentro de escola e acusado de pedofilia
Gabriel Batista, Diário de S.Paulo
SÃO PAULO – Um microempresário de 60 anos foi preso nesta sexta-feira dentro da Escola Estadual Maria de Lourdes Aranha de Assis Pacheco, em Itaquera, na zona leste, por pedofilia. Ele é acusado de ter aliciado pelo menos seis alunas e despertou a atenção de professores ao levar presentes a alunas da 5ª série.
Segundo a polícia, ele oferecia dinheiro e roupas novas a meninas com idades entre 10 e 15 anos em troca de sexo. Exigia ainda que elas permitissem ser fotografadas nuas. Na casa dele foram apreendidas cerca de 90 fotos das meninas, algumas delas nuas, além de imagens do microempresário abusando de menina de 12 anos.
Em depoimento, uma das meninas disse que o microempresário pagava R$ 10 por três fotos que elas fizessem nuas.
Na tarde de quinta-feira, o microempresário passou na escola e quatro meninas da 5ª série, que tinham cabulado aula, entraram em seu carro. Juntos, eles teriam almoçado e elas ganharam calças jeans e botas. Na sexta-feira, o homem voltou a escola e disse que era tio de uma delas. Desconfiados, os professores chamaram a Ronda Escolar da Polícia Militar. No celular dele, a polícia achou fotos de crianças nuas.
O microempresário responderá pelos crimes de atentado violento ao pudor e desrespeito ao artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente, por conta das fotos de cenas eróticas com crianças. A polícia investiga se as meninas foram estupradas. As vítimas foram encaminhadas para exames no Hospital Pérola Byington.
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