Blog do Gilton Paiva


Vereador de Belém convoca líderes contra a CSS

Enviado em Governo, Saúde por Gilton Paiva no 16 Junho 2008
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Nesta segunda-feira (16-06) o Vereador de Belém Carlos Augusto Barbosa (DEM-PA) convocou os líderes partidários para pressionarem os senadores de seus respectivos partidos e/ou que tivessem algum contato, para que não permitissem a aprovação da CSS (novo nome da antiga CPMF).

Comentou que o GOVERNO gastou cerca de R$ 180 mil com cada deputado para terem a maioria dos votos e aprovarem a CSS! “se têm esse capital para ’subornar’, por que não investem esse mesmo capital na saúde!? em vez de ficarem sugando do povo para encher cuecas e malas!”, disse o vereador.

Câmara inicia sessão para votar nova CPMF; oposição obstrui

Enviado em Política por Gilton Paiva no 11 Junho 2008
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Na noite da última terça-feira, fracassou mais uma vez a tentativa de votação; governo tem maioria
SÃO PAULO - Pela quarta vez, a Câmara dos Deputados tenta votar na manhã desta quarta-feira a criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS), a nova CPMF, e a regulamentação da Emenda 29, que prevê maisR$ 23 bilhões recursos para a saúde. A sessão começou após às 11h15 e, como previsto, a oposição busca manobras regimentares para obstruir os trabalhos.

 

Veja Também:

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linkFÓRUM: Dê sua opinião sobre a nova CPMF forum

link Entenda o que é a CSS, a nova CPMF

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linkEntenda a cobrança da CPMF especial  

 

Na noite da última terça-feira, os partidos de oposição (PSDB, DEM e PPS) conseguiram prorrogar a sessão até que, às 23h15, os líderes da base fizeram um acordo, transferindo a votação para esta quarta. Se não houvesse o acordo, a sessão poderia se prolongar até a madrugada para votar apenas o texto básico, sem as votações pontuais de partes do projeto.

 

Com alíquota proposta de 0,1% sobre as movimentações financeiras a ser cobrada a partir de janeiro de 2009, a CSS, com destinação exclusiva à saúde, substitui a extinta CPMF, que tinha alíquota de 0,38% e se destinava a diversos fins. Se aprovada, segundo cálculos do Ministério da Saúde, a CSS deve arrecadar mais de R$ 10 bilhões por ano para o setor.

 

Os sucessivos recordes de arrecadação do governo, mesmo sem a CPMF, são o principal argumento da oposição contra a CSS. Já a base aliada diz que o aumento dos recursos da saúde com a aprovação da Emenda 29 necessita de uma fonte nova de receita.

 

O projeto que regulamenta a Emenda 29 já foi aprovado pelos senadores, prevendo aumento de dinheiro para as ações na área de saúde. O projeto do Senado prevê o repasse anualmente de 10% de todas as receitas brutas da União para o setor. Atualmente, esse percentual fica em torno de 7%. O projeto governista altera a forma de custear as despesas da Saúde prevista no projeto do Senado, acabando com os 10% das receitas brutas. O que fica mantido é a regra atual que estabelece a aplicação na saúde do montante gasto no ano anterior mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB).

 

Aumento de arrecadação

 

Mesmo sem a CPMF, a receita do Tesouro Nacional de janeiro a abril deste ano aumentou R$ 28,2 bilhões em relação ao mesmo período de 2007, informou o Ministério da Fazenda. O volume passou de R$ 158,4 bilhões a R$ 186,6 bilhões, um crescimento de 17,8% – bem acima da expansão nominal do PIB, estimada em 12,63%.

 

Esse crescimento excepcional da arrecadação não decorreu apenas da elevação da receita com impostos e contribuições. Nos primeiros quatro meses deste ano, a arrecadação com a concessão de serviços públicos e royalties, principalmente do petróleo, aumentou R$ 4,5 bilhões ante o mesmo período do ano passado.

 

A receita diretamente arrecadada pelos demais órgãos da administração pública federal aumentou R$ 881,4 milhões na mesma comparação. Já o crescimento da arrecadação com impostos e contribuições foi de 17,5%, passando de R$ 136,6 bilhões para R$ 160,5 bilhões. Os números não incluem as receitas obtidas com o INSS.

 

(Com Denise Madueño, de O Estado de S. Paulo, e Reuters)

Oposição surpreende e votação da CSS é novamente adiada

Enviado em Governo por Gilton Paiva no 6 Junho 2008
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Estadão:

BRASÍLIA - A Câmara adiou para a próxima terça-feira a votação do projeto de lei complementar que irá regulamentar a Emenda 29, criando a Contribuição Social para a Saúde(CSS). O presidente da Câmara, Arlingo Chinaglia, decidiu encerrar a sessão por volta das 19h30, após pedido  do deputado Rafael Guerra (PSDB-MG), de mais prazo para emitir parecer sobre as emendas de plenário ao projeto de Lei Complementar 306/08, que regulamenta os gastos mínimos com saúde previstos na Emenda 29. O pedido de prazo de uma sessão é regimental. O projeto só deve voltar à pauta na próxima semana.

Beto Barata/AE

José Cruz/Agência Brasil

Absurdo da CSS

Enviado em Governo por Gilton Paiva no 6 Junho 2008
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Estadão:

O projeto do governo que ressuscita a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) permite que os Estados incluam juros de dívidas como despesas de saúde e transfere para 2011 o prazo para que governadores cumpram a meta de investir 12% da receita no setor. O projeto, do jeito que está, reabre os prazos de enquadramento e mascara o descumprimento do limite mínimo de gasto em “ações e serviços públicos de saúde” por parte de Estados e municípios.

Deputados promovem APITAÇO contra a recriação da CPMF(CSS)!

Enviado em Governo, Política, Youtube por Gilton Paiva no 30 Maio 2008
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é, seu Lula…!

Enviado em Cartoon, Governo por Gilton Paiva no 29 Maio 2008
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o Bicho tá pegando mesmo!

Oposição diz não à nova CPMF!

Enviado em Governo por Gilton Paiva no 21 Maio 2008
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GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília

A oposição promete barrar a recriação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) no Congresso se a base aliada do governo apresentá-la como alternativa para compensar a chamada emenda 29 (que amplia a destinação de receitas para a saúde). Líderes do DEM e PSDB afirmaram que a proposta não tem chances de ser aprovada no Senado, uma vez que a Casa Legislativa foi responsável por derrotar a prorrogação da CPMF no final de 2007.

Leia na íntegra

Ressuscita ele meu Deus, manda esse cara pra cá…

Enviado em Economia, Governo, Música por Gilton Paiva no 20 Maio 2008
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clique na imagem para escutar a música “Ressuscita ele” do Bezerra da Silva

Volta da CPMF para a Saúde deve ser discutida hoje (19/05)

Enviado em Governo por Gilton Paiva no 19 Maio 2008
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A proposta de criar novamente uma contribuição sobre a movimentação financeira, a exemplo da CPMF, extinta em janeiro, deve ser discutida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na reunião de coordenação política, nesta segunda-feira (19), em Brasília. A idéia é retomar uma contribuição sobre movimentações financeiras, provavelmente de 0,08%, para ser aplicada na área de saúde e ajudar a custear o aumento de repasses para o setor previsto no projeto de lei, conhecido no Congresso por emenda 29.

Esse projeto, já aprovado no Senado, estabelece a obrigatoriedade de a União repassar 10% de suas receitas brutas para o setor, de forma escalonada, até 2011. Atualmente, o governo destina em torno de 7%. O Orçamento deste ano prevê R$ 48,5 bilhões para a área. Até 2011, pelo projeto, receberia cerca de R$ 20 bilhões a mais.

Para custear esse aumento de repasses para a saúde, o governo estuda, além da nova CPMF, aumentar os impostos sobre cigarros e bebidas. Para o ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, o projeto regulamentando a emenda 29 só será viável se ele for aprovado com ‘uma fonte de recursos’. Aprovado pelo Senado, o projeto recebeu prioridade na Câmara na semana passada e está previsto para ser votado no dia 27 ou 28 de maio.

O aviso de que os aliados votarão a favor do projeto levou o governo a correr em busca de uma fonte de recursos e também a avisá-los de que, sem a previsão do dinheiro, o presidente Lula vai vetar o projeto. Depois da aprovação do projeto no Senado, os deputados não querem ficar com o desgaste político de terem de votar contra a proposta que leva mais dinheiro para a saúde, uma área sensível para a população.

O ministro José Múcio disse que levará a proposta de criação de uma nova contribuição na reunião com o presidente Lula amanhã a pedido do Legislativo. Dependendo da alíquota da nova contribuição, o governo poderá deixar de mudar a cobrança do imposto sobre os cigarros e sobre as bebidas. A alíquota de 0,08% não seria suficiente para cobrir o aumento dos repasses para a saúde previsto no projeto que regulamenta a emenda 29, mas evitaria a vinculação no Orçamento da União de repasses cada vez maiores.

Lembram da CPMF?

Enviado em Governo por Gilton Paiva no 19 Maio 2008
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