Blog do Gilton Paiva


Bordéis com sexo ilimitado a preço único causam polêmica na Alemanha (via BBC Brasil)

Enviado em Notícias por Gilton Paiva em 27 Julho 2009
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Marcio Damasceno
De Berlim para a BBC Brasil

Bordel em Berlim (foto de arquivo)
Políticos e ativistas dizem que bordéis atentam contra dignidade humana

Um novo modelo de bordel, em que clientes podem ter sexo à vontade por um único preço, está provocando protestos na Alemanha, país onde a prostituição é um negócio legalizado.

Após se tornarem populares com a recente crise econômica, esses estabelecimentos são acusados de atentar contra a dignidade humana por políticos e ativistas dos direitos humanos. Políticos conservadores querem proibir os prostíbulos.

Em uma grande operação realizada no domingo, cerca de 700 policiais inspecionaram casas do gênero em quatro cidades alemãs, prendendo 10 pessoas.

A blitz foi desencadeada por suspeitas de que os estabelecimentos empregam prostitutas estrangeiras sem permissão de trabalho e sonegam contribuição à previdência social.

Dois estabelecimentos foram fechados por apresentarem condições sanitárias precárias. Em apenas um deles a polícia encontrou um caso com indícios de prostituição forçada.

"Serviços ilimitados"

A cadeia de bordéis Pussy Club, inaugurada em junho, provocou críticas em Fellbach e Heidelberg, no sul da Alemanha, ao atrair clientes para as filiais nessas cidades com o slogan "sexo com todas as mulheres, quanto e como você quiser".

Os locais prometem “serviços ilimitados”, incluindo sexo em grupo, pelo ingresso de 70 euros (cerca de R$ 187).

A propaganda irritou o secretário de Justiça do Estado de Baden-Württemberg, Ulrich Goll. “Se levarmos o anúncio a sério, podemos concluir que há uma violação da dignidade humana das prostitutas que lá trabalham”, disse.

Entidades de direitos humanos e representantes da Igreja também criticam a oferta. Uma associação de cidadãos da região reivindica o fechamento desse tipo de prostíbulo em carta enviada a diversas autoridades, incluindo a chanceler Angela Merkel.

Dicas para usar o Twitter (Para Políticos)

Enviado em Notícias por Gilton Paiva em 27 Julho 2009
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Texto original do blog do @iOxenTI

O Twitter se mostrou uma ótima ferramenta para políticos, tanto que muitos já aderiram a ferramenta de comunicação e interação com o Eleitor, mas muitos utilizam a ferramenta de forma errônea, seja só postando sem responder ou mandando a assessoria twittar, então vamos a um pequeno guia de como usa o Twitter em seu mandato:

  1. Nunca mande a assessoria postar
    O Twitter é algo pessoal, e deve ser twittado pelo próprio político. A Assessoria pode até cuidar de um blog, mas o twitter é seu, poste um resumo de suas ações com um link para um post no blog.
  2. Responda os Replys!
    Um eleitor manda uma crítica, comentário ou sugestão relevante? Responda. Se for um palavrão ou uma crítica infundada, o Twitter tem uma função block para isso. Twittar sem interagir com o seu seguidor é bobagem. Muito melhor fechar a conta do Twitter.
  3. Interaja com o Blog
    Se você tem um blog (se ainda não tem, crie um) instale um Script para postar os títulos, o OxenTI e vários blogs já usam esse recurso. A interação com os blogs é um recurso bastante importante, pois você não deixa seu twitter chato (dividindo várias vezes a mensagem) e ainda sabe quantos dos seus seguidores realmente se interessam por um determinado assunto. Se seu blog é feito com WordPress, esses 2 plug-ins irão ajudar você a saber como está o blog: Tweetly Updater Para postar seus posts no twitter, e o WP-Postviews, para saber quantas pessoas vêem seu post.
  4. Não, eu disse NÃO use scripts para conseguir seguidores.
    Tenha em mente que o público do Twitter é diferenciado, formado por pessoas mais críticas do que a sociedade comum, então parecer ter vários seguidores  conseguidos às custas de Script pode deixar sua imagem como desonesta, e lembre-se dentre seus seguidores podem estar jornalistas, blogueiros entre outros formadores de opinião e isso pode causar sérios danos a sua imagem
  5. Senso de humor faz bem!
    O Deputado @Efraimfilho é um político bem humorado no twitter, as vezes solta umas piadinhas, comentários sobre o Flamengo (não que isso seja bom :P), comentários sobre a família, que mostram que o político é um ser humano comum, só está exercendo um mandato para comandar a nação, e embora os eleitores estejam desiludidos com (veja por que aqui) a classe política, ainda há esperança.
    Claro que divulgar as ações parlamentares são mais importantes do que as brincadeiras e as piadinhas, mas essas brincadeiras são o diferencial para conseguir seguidores (e possíveis eleitores, claro).

Um blog para divulgar suas ações mais o Twitter para mostrar que você é humano (que não é bot) se torna uma ferramenta fantástica para a campanha e para um governo mais democrático, pois você pode receber sugestões e mostrar transparência com o eleitor, claro, se você não tiver nada a esconder, né?

Lembra da polêmica com o Senador Azeredo? Então, se o Senador tivesse comunicado a polícia usado o Twitter para comentar a lei, isso não teria acontecido…

A BANCADA DOS NEOMAGROS (revista Veja) Edição 2123 / 29 de julho de 2009

Para diminuir o apetite – por comida –, senadores e deputados
aderem à cirurgia de redução do estômago. Estão uns gatos…


Sandra Brasil

Ana Araujo

O felino do Democratas
O parlamentar exibe gelatinas light que mantém em seu gabinete e revela
sua ambição: "Quero voltar a ser o que eu era na juventude". Cuidado, meninas!

Há uma nova bancada no Congresso: a dos políticos que se submeteram a cirurgias bariátricas – de redução do estômago. A bancada dos neomagros é uma das faces mais visíveis do contingente de 30 000 brasileiros que, por ano, deixam as maratonas em spas, as dietas esdrúxulas e as bolas para emagrecer e optam por um, digamos, posicionamento mais radical diante da realidade calórica. O mais novo integrante dessa bancada é o primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI), de 58 anos, que se submeteu à intervenção há menos de dois meses. Heráclito exibia 1 metro e 30 centímetros de cintura (40 centímetros a mais do que o ideal) e sofria de três problemas relacionados à obesidade: hipertensão arterial, glicose elevada e apneia do sono – aquelas interrupções da respiração durante a noite. Suas noites eram tão conturbadas por causa do problema que, há quatro anos, ele passou a dormir com um aparelho que injeta ar nos pulmões e, assim, evita sufocamentos.

O senador piauiense lutou contra a balança por quinze anos. Nesse período, adotou os mais diversos tipos de regime. "O pior foi a dieta do atum", lembra. "Durante três meses, só comi esse peixe. Não aguento mais nem sentir o cheiro dele", diz. O mais eficiente foi o corte radical de carboidratos e sua substituição por proteínas e gorduras, conforme a receita preconizada pelo médico americano Robert Atkins (que, aliás, sofreu um infarto). "Cheguei a perder 18 quilos, mas os recuperei de novo, porque não aguentei ficar sem carboidratos", afirma. Mas nada foi mais traumático para ele do que a experiência com Xenical. Nos anos 90, quando ainda era deputado, Heráclito usou o remédio, que facilita a eliminação de gordura pelas fezes. "Naquele tempo, eu não podia ter emoções fortes. Vi colegas que não conseguiam se controlar e se sujavam nos corredores da Câmara", diz. Ainda assim, convenhamos, a sujeira é maior agora, quando já não há deputados tomando Xenical.

Heráclito recorreu a essas tristes memórias para tomar coragem e enfrentar as primeiras semanas do pós-operatório, nas quais ingeriu somente alimentos líquidos, de meia em meia hora, e na quantidade máxima de 50 mililitros a cada vez. O início da segunda etapa, quando passou a fazer sete refeições diárias de 150 mililitros de alimentos pastosos, teve ares de vitória eleitoral. Ele agora está decidido a atropelar na disputa final com a balança. Em quarenta dias, perdeu 20 quilos. "Quero voltar a ser o gato que eu era na juventude", anuncia. Brasília vai tremer.

Ana Araujo e Paulo Lima/Ag. Senado

Foi no fim do ano passado que o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), de 48 anos, recebeu o diagnóstico que o levaria a decidir-se pela cirurgia bariátrica. Como seu quadro de diabetes havia piorado, o médico ameaçou prescrever-lhe injeções diárias de insulina. "Vi, então, que estava na hora de operar", diz. O diabetes de Demóstenes data de 1995, mas ele não havia mudado seus hábitos alimentares. "Eu era um glutão que comia três pamonhas no lanche. Agora, só consigo comer metade de uma pamonha no lugar da refeição", compara. Ele também passou a fazer exercícios físicos. "Preciso ganhar 7 quilos de músculos para não ter de fazer plástica de abdômen." O número das suas calças caiu de 54 para 46 em seis meses. A nova forma física injetou uma dose de autoestima em Demóstenes. "As paqueras aumentaram muito", comemora ele, que se divorciou há três anos. É, pelo jeito, os políticos brasileiros não pensam só naquilo que todo mundo acha que eles pensam. Pensam também naquiiilo…

Fotos Roosewelt Pinheiro e Cristiano Mariz

No Senado, a pioneira da bancada dos neomagros é a aguerrida Ideli Salvatti (PT-SC), de 57 anos. "Fazer a cirurgia foi uma questão de sobrevivência, porque eu já estava no estágio de obesidade mórbida", diz. "Sem a operação, eu não aguentaria os rojões que seguro no Congresso", diz Ideli, chamada de "pit bull do governo". Desde que se submeteu ao procedimento, em novembro de 2003, a senadora perdeu 40 quilos – quer dizer, 37: três deles voltaram nas eleições de 2008. "Outro dia, tentei em vão levantar a quantidade de peso que perdi em sacos de arroz de 5 quilos cada um. Como eu conseguia carregar aquilo tudo?", pergunta-se. Hoje, Ideli ingere um terço da comida que costumava traçar às refeições. "Passei a me amar muito", afirma. E a ser amada. Bem mais magra, Ideli modernizou o guarda-roupa e começou a namorar um sargento do Exército doze anos mais jovem que ela. Ao lado dele, a danadinha da pitbull até parece uma lulu!

Outra petista que anda de bem com a vida é a deputada Iriny Lopes (PT-ES), de 53 anos. Há quatro anos, ela era obesa mórbida, como Ideli. Optou por reduzir o estômago (com um anel de silicone, em vez de cortar um pedaço), porque tinha picos hipertensivos e apneia do sono. Desde então, perdeu 46 quilos. "Muita gente fica em dúvida se sou eu mesma na versão magra quando me encontra na rua", diz. Iriny tem orgulho do resultado, mas sofreu até alcançá-lo, por causa de uma característica, por assim dizer, muito petista: a sofreguidão. Ela foi parar duas vezes no hospital por ter comido porções de alimentos grandes demais para passar pelo anel de silicone. "A sensação é horrível. Em uma das vezes, a carne só saiu com uma endoscopia", diz. "Depois, aprendi a lição: preciso de pelo menos quarenta minutos para comer com calma e sem conversar com ninguém. Almoço e jantar de trabalho, nem pensar." O deputado Bernardo Ariston (PMDB-RJ), de 39 anos, também obteve resultados impressionantes: perdeu 64 dos 157 quilos que pesava até junho de 2008. Foi para a mesa de cirurgia depois de uma suspeita de infarto e de passar meses deprimido. "Eu ficava em casa porque não tinha ânimo para nada e cheguei a ser apontado pela mídia como o deputado mais ausente da Câmara", diz. Agora, comemora a forma conquistada com três sessões semanais de exercícios. "Meu rendimento como parlamentar, pai e marido é outro", garante. É de perguntar se tanta disposição não está saindo mais caro ao
contribuinte.

A cirurgia de redução de estômago só deve ser feita em pessoas com sérios problemas de obesidade ou de diabetes e que precisam mudar seus hábitos, caso dos parlamentares ouvidos nesta reportagem. "A intervenção resolve apenas metade do problema. A outra depende de o paciente fazer atividade física regular e se alimentar de forma saudável", diz Thomas Szegö, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica. A cirurgia não funciona para quem não muda seu estilo de vida. O ex-deputado estadual mineiro Eduardo Brandão (PMDB) continuou a se alimentar de forma desregrada depois de reduzir o estômago, em 2005. Seis meses depois, um infarto o matou aos 47 anos. "Eduardo perdeu 32 quilos, mas continuava comendo gordura e não fazia exercícios", diz a sua viúva, Gláucia Brandão, deputada estadual pelo PPS. Cuidado, portanto, neomagros.

Fotos Ana Araujo e Arquivo pessoal

Fotos Sérgio Cardoso e Cristiano Mariz

UNE CHAPA-BRANCA (revista Veja) Edição 2123 / 29 de julho de 2009

Enviado em Notícias por Gilton Paiva em 27 Julho 2009
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A entidade que representa os estudantes brasileiros envergonha sua história de lutas com o protesto a favor do governo, pago pelos cofres públicos .


Gustavo Ribeiro

Givaldo Barbosa/Ag. O Globo

CONTRAPARTIDA
Em Brasília, universitários aplaudiram o presidente Lula e criticaram
a criação da CPI da Petrobras

A União Nacional dos Estudantes (UNE) transformou-se em uma repartição financiada pelo governo para apoiar suas causas. Triste. Poucas coisas são mais patéticas e melancólicas do que um jovem sem espírito crítico. Felizmente, são raríssimas as circunstâncias históricas que levam a juventude a sufocar sua qualidade humana mais preciosa, a rebeldia com ou sem causa, para idolatrar o poder central. Quando isso ocorre, é sintoma de alguma moléstia social. Arriscando aqui a violar a Lei de Godwin (a bem-humorada sacada do advogado americano Mike Godwin, segundo quem todo argumentador perde força quando compara um evento atual com os da Alemanha nazista), a UNE de hoje lembra o fervor patriótico da Juventude Hitlerista. Lembra também os squadristi, a tropa de choque infanto-juvenil do regime fascista italiano de Benito Mussolini. A UNE, a Juventude Hitlerista e os squadristi têm em comum a força na ausência da razão e o desejo de servir cegamente a um líder.

Reunidos em Brasília em congresso na semana passada para eleger o novo presidente da entidade, os estudantes foram às ruas. Combater a corrupção? Não. Pela preservação da Floresta Amazônica? Nada disso. A UNE protestou contra a criação da CPI da Petrobras, uma das patrocinadoras do evento. A antes combativa entidade estudantil inovou em sua servidão ao poder em troca de dinheiro. Para abrir o congresso, a entidade convidou o presidente Lula, saudado por cerca de 3 000 squadristi brasileiros. Talvez Brasília só tenha assistido a tamanho servilismo por parte de estudantes universitários brasileiros quando, no regime militar, foi organizada a Arena Jovem, braço do partido de sustentação ao governo.

A atual geração está jogando na lama a rica história da UNE de enfrentamento com o poder. Não apenas de contestação, mas de produção cultural alternativa de qualidade nos anos 60 – quando foi presidida por José Serra, hoje governador de São Paulo. Cerca de 6 000 estudantes que foram ao congresso ficaram alojados em escolas públicas de Brasília – e estes, sim, deixaram sua marca de rebeldia, pena que apenas depredando salas, destruindo mesas e abandonando garrafas de bebidas alcoólicas vazias e preservativos usados nas salas.

Gustavo Moreno/D.A.Press

PELA CAUSA
As escolas que serviram de alojamento para os estudantes tiveram móveis destruídos

A DIGESTÃO DO PODER (revista Veja) – Edição 2123 / 29 de julho de 2009

Enviado em Notícias por Gilton Paiva em 27 Julho 2009
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A voracidade do PMDB, símbolo da resistência democrática convertido ao fisiologismo, transformou-se num paradoxo político. Sem ele, não se governa. Com ele, abre-se a porteira para a corrupção e o clientelismo


Otávio Cabral

A Carta ao Leitor desta edição de VEJA pergunta se o PMDB, o partido brasileiro com o maior número de filiados e dono da maior bancada no Congresso Nacional, entre outros indicadores de grandeza, encarna os grandes males da política ou apenas seus membros se aproveitam com mais eficiência das regras que facilitam a perpetuação da corrupção e do fisiologismo. A resposta não é tão simples. Se o PMDB desaparecesse por decreto da noite para o dia, a corrupção e o fisiologismo, irmãos siameses, continuariam a permear a atividade política no Brasil. Vale a pena ler a definição da Wikipédia:

"Fisiologismo é um tipo de relação de poder político em que as ações políticas e decisões são tomadas em troca de favores, favorecimentos e outros benefícios a interesses individuais. É um fenômeno que ocorre frequentemente em parlamentos, mas também no Poder Executivo, estreitamente associado à corrupção política. Os partidos políticos podem ser considerados fisiologistas quando apoiam qualquer governo independentemente da coerência entre as ideologias ou planos programáticos". Se alguém souber de algum partido político brasileiro que, mesmo não apoiando nenhum governo, não faça "troca de favores" em circunstância alguma, que escreva seu próprio verbete na Wikipédia. Ele pode ficar na letra "P", de pureza, ou "U", de utopia. Mas, se alguém conhecer algum partido que faça isso tudo com mais desenvoltura, constância, eficiência e na maior cara de pau, que escreva também seu verbete.

Fotos Orlando Brito e Beto Barata/AE

PASSADO NOBRE, PRESENTE POBRE – Ulysses Guimarães foi a encarnação do PMDB que liderou a oposição ao regime militar. Wellington Salgado não teria lugar no partido de Ulysses

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Estado e Prefeitura garantem estágio a 2,5 mil alunos (via @governoSP)

Enviado em Notícias por Gilton Paiva em 27 Julho 2009
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Após capacitação, alunos selecionados pelo Programa Jovem Tec farão estágio em informática

O Governo do Estado e a Prefeitura de São Paulo lançam hoje, 27, o "Jovem Tec", programa que, até 2010, vai encaminhar 2.500 jovens da rede pública estadual de ensino a estágios na área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Cadastrados no Programa Jovem Cidadão, da Secretaria Estadual do Emprego e Relações do Trabalho, os estudantes selecionados receberão uma bolsa auxílio de R$ 450, e estagiarão em unidades da Secretaria Municipal da Educação. 
Antes de iniciarem o estágio, os estudantes serão gratuitamente capacitados por empresas parceiras do Programa como Microsoft e Intel. Ao fim do treinamento, os alunos, que já terão conhecimento sobre redes, softwares, sistemas de comunicação, montagem e manutenção de computadores, estarão habilitados para exercer atividades de suporte técnico em informática.
O objetivo é associar a teoria à prática, ampliando o acesso desses jovens ao mercado de trabalho. Uma das exigências do Programa é que o aluno estagie em local próximo à sua moradia ou à escola onde estuda.
Por meio de Projeto de Lei, as vagas do Programa serão gradativamente ampliadas. Em 2009, 200 jovens serão capacitados e contratados. Em 2010, esse número saltará para 2.500. O programa será viabilizado com a assinatura de um termo de cooperação entre a Prefeitura e o Governo do Estado, além de um protocolo de intenções firmado entre a Prodam e as empresas parceiras.
Os 28 primeiros jovens já foram selecionados e vão passar por capacitação no Centro de Educação Corporativa da Prodam, para, posteriormente, estagiarem em escolas da Delegacia Regional de Ensino Ipiranga.
Formação
A capacitação terá carga horária total de 300 horas, que serão distribuídas em duas etapas. Na primeira, serão ministrados os conteúdos pertinentes aos cursos de Aluno Monitor (Microsoft) e Aluno Técnico (Intel). A duração dessa etapa será de dois meses, com aulas presenciais nas unidades de capacitação da Prodam. Nessa etapa, o aluno aprende a identificar, manusear e montar as partes que compõem o computador e adquire conhecimento em instalação e configuração de sistemas operacionais.
A segunda etapa da capacitação acontecerá simultaneamente com o estágio. Durante a semana, o aluno permanecerá quatro dias estagiando e um na unidade de capacitação para obter os conteúdos do curso IT Essencial (Cisco), com carga horária prevista de 80 horas presenciais. Essa etapa durará quatro meses.
Ao combinar aulas teóricas e práticas, o programa de capacitação permite ao aluno aplicar o que aprendeu em sala de aula em atividades de estágio. Ao final desse período de seis meses, o jovem poderá optar por prorrogar seu aprendizado por mais seis meses, perfazendo um total de um ano.
Danilo Neri Gomes, 19 anos, é estudante do ensino médio e foi um dos 28 primeiros jovens aprovados na seleção, realizada no dia 21 de julho, na unidade do Centro de Apoio ao Trabalho (CAT) Luz. "Gosto muito de mexer com computadores e, com o curso, poderei aprender muito mais, estagiar em grandes empresas, ajudar minha mãe e, futuramente, cursar uma universidade", disse Gomes.
Mais de 60 jovens estudantes participaram da primeira seleção. Durante o processo seletivo, os candidatos assistiram à apresentação da proposta do programa, realizaram prova escrita, que incluía testes de português, matemática, conhecimentos específicos de informática e conhecimentos gerais. A última etapa foi uma entrevista com os selecionadores do CAT e da Prodam.
Jovem Cidadão
O Programa Jovem Cidadão, uma parceria do Governo de São Paulo com empresas, oferece a estudantes do ensino médio da rede pública estadual da Região Metropolitana de São Paulo a oportunidade de inserção no mercado de trabalho por meio de estágio remunerado em empresas. Cerca de 25% dos jovens que passam pelo programa são efetivados pelas empresas em que estagiaram.  O Programa foi instituído há nove anos e já beneficiou mais de 100 mil jovens.
Benefícios

  • Capacitar os jovens na área de TIC
  • Proporcionar formação profissional e futura geração de renda.
  • Promover a inclusão digital.
  • Reduzir a evasão escolar.
  • Oferecer aos jovens melhores condições de empregabilidade.

Parceiros do Programa
Na Organização, Estrutura e Coordenação

  • Secretaria Municipal de Modernização, Gestão e Desburocratização
  • Secretaria de Estado do Emprego e Relações do Trabalho
  • Prodam – Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município
  • Secretaria Municipal do Trabalho

Na Capacitação

  • Cisco
  • Intel
  • Microsoft
  • Telefônica
  • Instituto Mauá
  • Prodam

No Estágio

  • Secretaria Municipal da Educação
  • Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município – Prodam
    Da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho

Anel que vira fone bluetooth deve ser lançado em 2010

Enviado em Notícias por Gilton Paiva em 27 Julho 2009
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The Orb também traz funções como calendário e SMS voz/texto.
Fone usa condução de ondas sonoras pelos ossos do ouvido.

Do G1, em São Paulo

Imagine receber um telefonema em seu anel, retirá-lo de seu dedo e usá-lo como um fone bluetooth para atender a chamada? Este é o conceito do The Orb, um OLED – sigla para Organic Light-Emitting Diode ("Diodo orgânico emissor de luz ou fotoemissor", em português) – que promete, além da função descrita acima, mostrar informações sobre a ligação, calendário e SMS voz/texto.

A idéia dos OLEDs é usar diodos orgânicos, compostos por moléculas de carbono que emitem luz ao receberem uma carga elétrica. A vantagem é que ao contrário dos diodos tradicionais, essas moléculas podem ser diretamente aplicadas sobre a superfície da tela, usando um método de impressão.

Outro conceito utilizado na tecnologia de funcionamento do The Orb é a utilização de condução de ondas sonoras utilizando a vibração dos ossos do ouvido. Assim  o fone não precisa estar diretamente em contato com a orelha do usuário.

O produto está sendo desenvolvido pelas empresas Hybra Advanced Technology e AbsolutelyNew, e, de acordo com o site “Oh Gizmo”, tem lançamento planejado para 2010 com preços que variam de US$ 129 a US$